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Shalom Drywall

Drywall aumenta presença na construção civil brasileira

As chapas de drywall ou gesso acartonado, que fazem parte do método conhecido como construção a seco, estão aumentando sua participação em obras voltadas principalmente para o mercado corporativo. A tecnologia, que tem origem nos Estados Unidos, reduz o tempo de duração de uma obra feita em alvenaria. De acordo com a Associação Brasileira do Drywall, no ano passado o consumo nacional do produto foi de 50 milhões de metros quadrados e, este ano, deverá fechar em 70 milhões de metros quadrados.

O consumo per capita ainda é pequeno, de 0,25 metro quadrado por habitante, se comparado ao mercado norte-americano, que tem um consumo por pessoa de 30 metros quadrados. Mesmo assim, as projeções para o Brasil são consideradas otimistas, com previsão de uma taxa de crescimento do mercado de 13% ao ano, sustentado pelo mercado corporativo.

No Brasil, existem quatro empresas fabricantes do produto, entre elas a Placo, do grupo francês Saint Gobain, a alemã Knauf e a Trevo Brasil, única 100% brasileira. Até então importadora no país, com vendas por meio de comerciantes locais, a United States Gypsum (USG) empresa americana que foi a inventora, em 1917, da placa de gesso e do sistema drywall, está iniciando atividades no Brasil. Fábio Din, diretor da USG no país, afirma que a América Latina faz parte dos planos de expansão da empresa global, presente hoje em 140 países e com faturamento anual de US$ 3 bilhões.

"O Brasil tem hoje um mercado mais maduro, o que nos anima a investir aqui. Inicialmente, vamos criar uma rede de distribuidores, com empresas que já atuam no mercado importando produtos. Já vendemos no Brasil, mas de forma incipiente. O passo seguinte será a construção de uma fábrica própria, ainda sem data prevista para início das obras", explica.

Para ele, apesar da retração do mercado de construção civil no Brasil, os planos da empresa não mudaram.

"O setor deverá crescer entre 1% e 1,5% enquanto o mercado de drywall aqui vai ter alta de 13%.

Está havendo uma migração das obras com alvenaria para a construção a seco, o que explica o crescimento. Hoje, o maior consumo é em obras corporativas. O desafio agora é aumentar a presença em obras residenciais" afirma Din.

Entre as empresas que já atuam no Brasil no segmento, a Placo Drywall, do grupo francês Saint Gobain, investiu R$ 125 milhões na segunda fábrica para produção de placas, que começa a funcionar no dia 25, em Feira de Santana (BA). A unidade vai produzir 22 milhões de metros quadrados de drywall. A primeira fica em Mogi das Cruzes (SP).

A brasileira Trevo Drywall, fundada em 2008 e que pertence ao fundo de investimentos Rio Bravo, tem fábrica em Juazeiro do Norte (CE) e produz cinco milhões de metros quadrados ao ano.

O drywall é usado em instalações internas de edificações no país e, segundo especialistas da Associação Brasileira de Drywall, gera menos resíduos durante a construção - todos recicláveis. Além disso, permite a engenheiros e arquitetos modificar rapidamente projetos com o drywall.

 

Fonte: http://www.cbca-acobrasil.org.br


10-03-2016 | institucional


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